Educando com Amor...

24 de abr. de 2021

Projeto Arco-íris - Maternal II

Cronograma: 30 dias.

Justificativa: Cada um tem a sua...

Problematização: Porque conhecer o arco-íris e as cores?

Objetivo Geral: Conhecer  sobre o arco-íris e as cores, de modo que as crianças possam identificar e nomear as cores ao seu redor, ampliando seu vocabulário e conhecendo os objetos e ambientes que a cercam.

Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento                      

A criança será capaz de:

◆ Dialogar com as crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos e opiniões (EI02EF01);

◆ Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita (escrita espontânea), fotos, desenhos e outras formas de expressão. 

◆ Desenvolver a estruturação de tempos, espaços e posições (antes, depois, daqui a pouco, ontem, hoje, amanhã, em cima, embaixo, ao lado, atrás, em frente, fora, entre outros);

◆ Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros;

◆ Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos (EI02EF04);

◆ Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidas, etc. (EI02EF05); 

◆ Contar oralmente objetos, pessoas, livros, etc.; em contextos diversos (EIO2ET07);

◆ Comunicar-se com os colegas e adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. (EI02EO04;

◆ Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos (EI02EF04).

◆ Deslocar seu corpo no espaço, orientando-se por noções como frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora etc., ao se envolver em brincadeiras e atividades de diferentes naturezas. (EI02CGO2)

◆ Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar), combinando movimentos e seguindo orientações. (EI02CG03)

◆ Propor a participação em experiências de comparações, disponibilizando materiais variados, para elaboração de conceitos (menor, maior, vazio, cheio, leve, pesado, entre outros);

◆ O uso e interação das crianças com os recursos midiáticos para instigar a sua curiosidade e compreensão da realidade e do mundo ao seu redor. (Orientações curriculares Direitos de aprendizagens nas vivências da educação infantil, p. 32)

Descrição das Ações propostas experiências: 

1) Passeio pelo jardim do CMEI para observar as cores que existem lá. 

2) Separar tiras de EVA nas cores vistas no jardim, conforme o relato pelas crianças. Com essas tiras, fazer uma brincadeira de caçar objetos na sala, de acordo com as tiras indicadas.

3) Vídeo da Palavra Cantada. Música: Coloridos.

4) Relembrar o dia que vimos o arco-íris. Mostrar a foto do arco-íris  daquele dia. Propor fazer a pintura do arco-íris com guache. Tema da pintura: Como eu imagino o arco-íris. 

5) Através da contação de história: A ovelhinha e o arco-íris, explicar como acontece o fenômeno do arco-íris. 

6) Pintar um desenho de arco-íris para que a criança observe que existe uma sequência e quantidade de cores.

7) Promover a experiência do copo com água refletido na luz do sol. Para criança observar que a luz do sol se decompõe e aparecem as cores. 

8) Fazer o arco-íris invertido. Construir o disco de newton, para mostrar para as crianças que o sol é uma mistura de muitas cores

9) Brincadeiras com o disco.

10) Contação de história: Flicts de Ziraldo. Após a leitura, em uma roda de conversa, questione as crianças sobre os principais acontecimentos, de modo a despertar o interesse sobre o arco-íris. Para isso, sugerem-se as seguintes questões: 

1- Quem é Flicts?

2 -  Quais as cores que aparecem na história?

3 -  Em quais lugares encontramos essas cores?

4 - O que aconteceu com Flicts?

5 - Por que não tinha lugar para Flicts?

6 - Quais os diversos lugares que ele tentou ficar?

7 -  Onde Flicts foi parar?

8 - Como ele descobriu que era importante?

9 - Quais são as pessoas que podem vê-lo? 

Ao final, construir uma varinha com fitas crepom, nas cores do arco-íris. 

11) Dança do arco-íris, música da Xuxa: Arco-íris, com a varinha.

12) História adaptada de Marcus Pfister:  O peixinho arco-íris. Roda de conversa sobre a humildade, amizade, compartilhar, gentileza. 

13) Baseado na história, fazer o peixe arco-íris com suporte de brigadeiros coloridos;

14) Lenda do arco-íris. Construção da cortina de arco-íris;

15) Dominó das cores;

16) Pintura na placa de isopor, nas cores do arco-íris, com a bolinha de gude.

17) Vídeo da Luna: Como surge o arco-íris e depois , brincadeiras com bolinha de sabão, para ver as cores do arco-íris nas bolinhas.

18) Brincadeiras com bolinha de sabão para encerar o projeto. Se sol, dará para ver o colorido nas bolas.

Previsão dos tempos, espaços e materiais:

Tempos:  De acordo com a rotina, respeitando o interesse e a necessidade das crianças.

Espaços: Serão utilizados: sala de referência bem como os espaços externos e internos do CMEI.

Materiais: Tinta guache, E.V.A, papel craft, canetinhas, suporte de brigadeiros, purpurina, cola, cds reciclados, papel crepom, pincéis, palitos de churrasco, fita crepe, cola gliter, detergente, prato de vidro ou jarra grande de vidro, brinquedo de bolinha de sabão, placas de isopor, bolinhas de gude, papel cartão e o jogo de dominó das cores.

Avaliação e procedimentos de registros:

A avaliação visará entender o processo de cada criança. Portanto, a avaliação ocorrerá no decorrer do Projeto, buscando identificar se os objetivos traçados foram alcançados. Sendo o registro individual e coletivo, descritivo e fotográfico.

Socialização das aprendizagens:

Roda de conversa, murais e fotos.

Referências: 

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2017.

CARLUCCIO, Maria. Já sou grande! Olha o que sei fazer. São Paulo: Globo Kids, 2018.

Documento “Orientações Curriculares” – Direito de Aprendizagens nas Vivências da Educação Infantil''. Jaraguá do Sul. 2016”.

HOL, Coby. A ovelhinha e o arco-íris. São Paulo: Scipione, 2011.

JARAGUÁ DO SUL. Secretaria Municipal de Educação. Proposta curricular para a educação infantil da rede municipal de ensino de Jaraguá do Sul. Jaraguá do Sul/Secretaria Municipal de Educação, 2020.

PINTO, Aline. Cadê? Achou! Educar, cuidar e brincar na ação pedagógica da creche: 0 a 3 anos e 11 meses. Curitiba: Positivo, 2018.

PINTO, Ziraldo Alves. Flicts. São Paulo: Melhoramentos, 1984.


Contagem das cores que vão compor a varinha arco-íris


História da Ovelhinha e o Arco-íris. Pintura

Mais experiências, dessa vez com CD na água


No parque também tem cores! Brincadeira: Pular e falar a cor!



Separando as cores conforme o livro do Flicts


Brincando com o disco de Newton

Classificando as cores da varinha arco-íris
Ajudando construir o fundo do mar da história do Peixinho Arco Ìris

Experiência da luz na água

Experiência da água 

Material para desenhar o arco-íris que eu imagino!

Separando objetos nas cores indicadas

Quando tudo começou...




Experiências para desvendar o Arco-íris

26 de mar. de 2021

Não sou mais bebê - Projeto de identidade e autonomia

Foi aplicado na turma de Maternal II - crianças de 03 a 04 anos de idade. 

1- Tema: Não sou mais bebê

2- Cronograma 03/2021

 3- Justificativa

As crianças do Maternal II, estão instaladas numa sala em frente ao Berçário II, onde constantemente, visualizam os bebês da sala em frente. Desse modo, durante o período de adaptação, quando as crianças do Maternal II choravam ou pediam pelos familiares, eram levadas á observar a sala ao lado, onde havia os bebês que choravam, usavam bico, "cheiro" e fraldas. A fala que surgia, era de que elas (do Maternal II) não eram mais bebês, já eram grandes e não precisavam chorar porque já sabem que depois vamos brincar, cantar, etc...Era uma fala para tranquilizar e ao mesmo tempo engrandecer a criança por ter superado aquela fase.

Aí veio a ideia para escolha do nome do projeto. As crianças precisam perceber que elas evoluem e nesse meio, compreender porque não precisam mais usar fraldas ou não tomar mais mamadeiras. Existem as diferenças entre ser um bebê e ser uma criança pequena. Nesse período vê-se a importância de auxiliar a criança na construção e valorização da sua identidade. 

A identidade traz o conceito da distinção de uma marca, da diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, o modo de agir, de se identificar meninas ou meninos, suas preferências etc...Dessa forma surge a necessidade da criança identificar-se como ser social, construtor de sua própria identidade, bem como conhecer e compartilhar  um pouco de sua história, favorecendo assim o desenvolvimento físico e mental.

 

4. Problematização

Porque preciso me conhecer melhor e socializar-me bem com as pessoas e coleguinhas que estão à minha volta?

5. Objetivo Geral

Criar as possibilidades para que a criança construa a sua identidade e autonomia, por meio das brincadeiras, interações e vivência das diferentes situações. Favorecendo o convívio no mesmo espaço com outras pessoas, compreendendo que todos somos diferentes e agimos de maneiras diferentes.

6. Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento

Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. (EI02EO02);

Dialogar com as crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos e opiniões (EI02EF01);

Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita (escrita espontânea), fotos, desenhos e outras formas de expressão.

Desenvolver a estruturação de tempos, espaços e posições (antes, depois, daqui a pouco, ontem, hoje, amanhã, em cima,embaixo, ao lado, atrás, em frente, fora, entre outros);

Propor a participação em experiências de comparações, disponibilizando materiais variados, para elaboração de conceitos (menor, maior, vazio, cheio, leve, pesado, entre outros);

Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros;

Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos (EI02EF04);

Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidas, etc. (EI02EF05);

Orientar a participação das crianças na organização da rotina diária, no intuito dela aprender a zelar os materiais de uso pessoal e coletivo;

Utilizar diariamente o calendário e a mudança do tempo para que as crianças percebam e acompanhem o tempo (antes, agora, depois, amanhã, tarde, noite), as atividades da rotina (chegada, despedida, refeições) e se familiarizar com os dias da semana.

Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando as diferenças. EI02EO05;

Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras (EIO2CG01);

Contar oralmente objetos, pessoas, livros, etc.; em contextos diversos (EIO2ET07);

Comunicar-se com os colegas e adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. (EI02EO04;

Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrda, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos (EI02EF04).

7. Descrição das Ações propostas experiências:

 Contação de histórias diversas:

Gabriel tem 0,99cm. O livro dará o início da roda de conversa sobre o crescimento das crianças. Instigar a criança para verificar  como ela se vê.

Conhecer a balança de se pesar e a “girafa” - régua de medir do ambulatório.

Elaborar o gráfico da altura. A criança irá colar os picotes no gráfico de acordo com a sua medida.

Roda de conversa para socialização do gráfico.

Contação de história – Maria ria que ria. Após será feito uma roda de conversa para saber por qual motivo a criança fica feliz.

Após a roda de conversa, será  feito um mural com o sorriso da criança e sua justificativa.

Brincadeiras no espelho. Caras, caretas, movimentos, poses no espelho. Usar o espelho como recurso de auto-observação e percepção de si própria.

Brincadeiras de roda. Cantigas que motivam as crianças com intuito de conhecer as partes do corpo. Ex.: Formiguinha, Põe a mão, Conheço um jacaré, etc…

Autorretrato com linha do tempo. A criança fará seu desenho no mês de março/junho e novembro ao final poderemos observar a evolução. Assim podemos ver como a criança se percebe de tempos em tempos.

. Usar o próprio corpo como referência para explorar números e quantidades.

 Pintura dos pés para trabalhar as sensações, noção de tamanho, diferenças dos numerais de calçados e contar oralmente.

Jogos de montar; quebra-cabeças, legos e outros. Com objetivo da criança classificar, explorar, comparar etc.

Envolver as crianças na organização da rotina diária, no intuito dela aprender a zelar os materiais de uso pessoal e coletivo;

Roda de conversas: Temas diversos que serão detalhados na organização semanal.

Encaminhar para a casa das crianças o livro: Já sou grande! Olha o que sei fazer e junto seguirá um questionário para as famílias responderem o que a criança já consegue fazer sozinha.

Construção de um vídeo de apresentação das crianças, individualmente. Cada criança fará a sua apresentação. Irão falar o seu nome, se gostam de estar na instituição e o que mais gostam de fazer na   instituição;

Contação de história: O menino e o peixe. Conversar sobre as diferenças e o comportamento dos amigos referente a aceitação do diferente;

Desenho do peixe, lembrando da história: O menino e o peixinho;

Pintura com lantejoulas e purpurina, para ajudar a desenvolver a coordenação motora fina;

Música: “se eu fosse um peixinho” . Para que a criança falar na brincadeira e escolher um amigo na canção, interagindo com a turma e desinibindo-se aos poucos;

Contação de história: Já sou grande! Essa história será contada em casa pelo familiar. Uma vez que a professora não tem mais tanto contato com os pais, o livro será uma ferramenta para fazer uma ponte. O livro será todo plastificado e seguirá os devidos  protocolos da saúde.

Baseado no livro: Já sou grande, criar um questionário para enviar aos pais. Através do livro, a professora irá descobrir mais coisas sobre a criança.

A família irá fazer uma foto de algo que a criança já consegue fazer em casa. Iremos socializar as fotos e faremos uma roda de conversa sobre os resultados do questionário.

8. Previsão dos tempos, espaços e materiais:

Tempos:  De acordo com a rotina, respeitando o interesse e a necessidade das crianças.

Espaços: Serão utilizados: sala de referência bem como os espaços externos e internos do CMEI.

Materiais: Tinta guache, E.V.A, papel craft, canetinhas, giz de cera, purpurina, lantejoulas e cola.

9. Avaliação e procedimentos de registros

A avaliação visará entender o processo de cada criança. Portanto, a avaliação ocorrerá no decorrer do Projeto, buscando identificar se os objetivos traçados foram alcançados. Sendo o registro individual e coletivo, descritivo e fotográfico.

10. Socialização das aprendizagens

Roda de conversa, murais e fotos.

11. Referências

ANNETE Huber. Gabriel tem 0,99cm. Campinas: Saber e ler, 2013.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2017.

CARLUCCIO, Maria. Já sou grande! Olha o que sei fazer. São Paulo: Globo Kids, 2018.

Documento “Orientações Curriculares” – Direito de Aprendizagens nas Vivências da Educação Infantil''. Jaraguá do Sul. 2016”.

JARAGUÁ DO SUL. Secretaria Municipal de Educação. Proposta curricular para a educação infantil da rede municipal de ensino de Jaraguá do Sul. Jaraguá do Sul/Secretaria Municipal de Educação, 2020.

JUNQUEIRA, Sônia. O menino e o peixinho. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

PINTO, Aline. Cadê? Achou! Educar, cuidar e brincar na ação pedagógica da creche: 0 a 3 anos e 11 meses. Curitiba: Positivo, 2018.




Materiais para pintura do peixinho
A criança colando o EVA no gráfico.
Disposição central da sala para uma contação de história de modo varal.
Aprendendo a usar a tesoura. Picotes para o mural para construção do gráfico da altura.















20 de out. de 2020

A importância da Pré-escola (Parte2)

 Uma boa pré-escola deve:

- Ser aprovada pela secretaria de educação;

- Ser devidamente regularizada e fiscalizada;

- Ter amplo espaço externo, com variedade de recursos para recreação

ser limpa e organizada;

- Ter salas adequadas para idades diferentes, que devem ser limpas, arejadas, amplas e decoradas para melhor estimulação;

- Ter recursos pedagógicos variados e organizados: brinquedos, jogos, ambientes de estimulação, atividades extra-curriculares;

- Ter professores experientes formados em magistério e/ou pedagogia;

-Ter cozinha e refeitório limpos e amplos;

-Ter funcionários para limpeza: cozinha e secretaria;

-Apresentar planos pedagógicos organizados e coerentes com as idades das crianças;

- Ter atendimento e boa comunicação com os pais;

  


     Muitas pré-escolas se preocupam somente com a alfabetização da criança, mas é muito importante que a pré-escola se preocupe primeiramente com o desenvolvimento do período preparatório, com a estimulação de todos os pré-requisitos que já descrevemos. A escola não deve pular as etapas do desenvolvimento, isso é extremamente prejudicial e trará consequências futuras para a criança, nas áreas pedagógica, emocional ou social. Para ser alfabetizada, uma criança precisa estar madura em todos os sentidos, pois o processo de alfabetização apresenta novas etapas, e a criança deve estar preparada para vencê-las. É importante ressaltar que pré-escola não é um “depósito de crianças”, onde as crianças ficam para que os pais possam trabalhar. A pré-escola tem um papel importantíssimo no preparo da criança para a alfabetização e deve cumprir este papel com competência. 

    É o início da formação da criança, é onde ela vai ter o primeiro contato com o processo de aprendizagem, que será a base para todos os anos de escola que ela terá no futuro. Esse contato deverá ser agradável e prazeroso, para que não gere traumas futuros. No período preparatório, a família e a escola devem caminhar juntas, auxiliando uma à outra mutuamente. A família deve estimular a criança, ajudá-la com as tarefas, participar das reuniões, estar em contato com os professores, interessar-se pela vida escolar da criança.

    Para finalizar, a escolha de uma pré-escola, não é tarefa fácil, por isso os pais devem pesquisar muito, conhecer o maior número possível de pré-escolas, levando em consideração não só as suas expectativas em relação à escola, mas principalmente as da criança, procurando por uma boa escola, que seja adequada às necessidades dos seus filhos, que ofereça bom ambiente e bons serviços. É importante lembrar que a pré-escola é o começo da longa caminhada escolar de seus filhos, por isso, deve ser um bom começo, que proporcione alegria e satisfação para a criança, afinal... “a primeira professora a gente nunca esquece.”


Fonte: https://www.guiadobebe.com.br/a-importancia-da-pre-escola/ 

As imagens para ilustrar o texto, foram retiradas do Google Sala de Aula, onde as crianças elaboraram a escrita do nome. Atividade do dia 17/08/2020. Crianças que em 2021 frequentarão a Pré-escola. 


14 de out. de 2020

A importância da Pré-escola (Parte 1)

 

Alfabetização a princípio significa o domínio da leitura e da escrita, mas esse domínio é na verdade a conclusão de um longo processo. Para que uma criança seja alfabetizada, é preciso que ela passe antes por uma série de etapas em seu desenvolvimento, tornando-se então preparada para a aquisição da leitura e da escrita. Essas etapas compõem a chamada "fase pré-escolar" ou "período preparatório". 


O processo de alfabetização, é bastante complexo para a criança, por isso a importância de se respeitar o período preparatório, que dará a criança o suporte necessário para que ela prossiga sem apresentar grandes problemas. Uma criança sem o preparo necessário, pode apresentar durante a alfabetização, dificuldades relacionadas à coordenação motora fina e à orientação espacial, não sabendo por exemplo, segurar o lápis com firmeza, unir as letras enquanto escreve, ou como posicionar a escrita no papel. Pode ainda ter problemas para identificar os fonemas e associá-los aos grafemas. 


Também é possível encontrar crianças que só sabem copiar textos, e durante um ditado, não conseguem escrever. Podemos falar também sobre as dificuldades de interpretação de texto, de compreensão, de raciocínio lógico e ainda nas dificuldades emocionais. Complexos de inferioridade, insegurança, medo de situações novas, medo de ser repreendida, medo de errar, de não corresponder às expectativas dos pais, apatia, indiferença ou indisciplina e revolta, problemas de socialização, baixa auto-estima, e outros. 




O período propício para a alfabetização é entre os 6 ou 7 anos. Segundo Freud, é a chamada "fase latente", quando a criança já não tem mais interesses relacionados à descoberta do próprio corpo e do sexo oposto, bem como suas relações, e pode ter toda a sua atenção voltada para a aprendizagem por que esses interesses só voltam a se manifestar na puberdade. O processo de alfabetização pode chegar à 2 anos dependendo da maturidade, do preparo, do ritmo da criança e do quanto foi estimulada. Este é o período adequado para que a criança tenha completo domínio da leitura e da escrita, havendo a necessidade daí por diante do aperfeiçoamento da ortografia, da gramática e a estimulação constante da compreensão, interpretação e produção de textos. Além de tudo isso, uma boa alimentação, boa saúde, tempo de sono respeitado com horários regulares e um ambiente de tranquilidade, segurança e amor entre a família, intergração entre a família e a escola, facilitam muito a superação do período de alfabetização com bastante êxito.

 


Falando agora do período preparatório, precisamos levar em consideração que para ser alfabetizada, uma criança precisa antes de tudo ter uma auto-estima elevada, precisa estar bem emocionalmente, ter segurança e auto-confiança, para poder enfrentar as dificuldades que o processo de alfabetização irão lhe impor. Além disso, a criança precisa apresentar características de socialização. Seja qual for o seu temperamento, ela deve saber se portar em grupo, respeitar as pessoas, saber quais são seus limites, ter disciplina, estabelecer boa comunicação, ir aos poucos adquirindo independência e responsabilidade, saber ganhar e saber perder, ter boas maneiras, etc. Depois disso, a criança deve apresentar um bom desenvolvimento motor e dominância lateral definida. Isso significa que ela deve brincar muito, exercitar-se através de jogos e brincadeiras que estimulem as percepções sensoriais (gustativa, olfativa, visual, tátil e auditiva). Deve dominar seus movimentos corporais com habilidade e segurança, deve conhecer seu corpo, seus limites, ter postura, equilíbrio, reflexos e raciocínio lógico bem desenvolvidos. Por isso a importância das, brincadeiras de rua, de jogar bola, andar de bicicleta. rolar na grama, brincar com areia, nadar, correr, pular, etc. Isso é o que chamamos de coordenação motora global. O próximo passo, é o desenvolvimento da coordenação motora fina. A criança se desenvolve nesse sentido quando desenha ou pinta com todos os tipos de lápis, pincéis, quando usa tesouras ou quando pinta com os próprios dedos. Quando rasga, amassa ou pica papéis, quando brinca com jogos de encaixar e montar, enfim, são atividades que limitam-se mais ao uso das mãos, associadas ao raciocínio, à percepção sensorial e à concentração. 


Também são pré-requisitos importantes o desenvolvimento da capacidade de concentração, o desenvolvimento da memória e do raciocínio lógico e abstrato. Estes podem ser aprimorados com brinquedos e programas educativos, músicas, histórias, filmes infantis, livros, conversas informais, e tantas outros recursos. Toda e qualquer atividade estimula o cérebro, e quanto mais estimulado, melhor é o desempenho da criança em todo o processo de aprendizagem. Além de tudo isso a criança precisa sem dúvida apresentar bom desenvolvimento físico e boa saúde. Por causa de todo esse aprendizado é importante que as crianças frequentem a pré-escola. Os pais devem estar atentos quanto a escolha de uma, por que muitas não tem a aprovação da secretaria de educação do município. São as conhecidas escolas de "fundo de quintal", onde não existem os recursos necessários para todo o desenvolvimento do período preparatório.


Fonte: https://www.guiadobebe.com.br/a-importancia-da-pre-escola/ 

As imagens para ilustrar o texto, foram retiradas do Google Sala de Aula, onde as crianças elaboraram a escrita do nome. Atividade do dia 17/08/2020. Crianças que em 2021 frequentarão a Pré-escola. 


6 de out. de 2020

A importância do desenho para o aprendizado e a evolução da escrita

 



 

Como a família pode perceber e ajudar a criança, na questão do bullying

Como posso definir o que é bullying?

 Mesmo dentro das escolas e envolvendo profissionais capacitados, é comum ter dificuldade para definir o que realmente é bullying. Mas alguns conceitos simples podem ajudá-lo. Vamos lá! Para haver bullying, é preciso que haja pelo menos duas pessoas envolvidas: o bully e a vítima. Os bullies normalmente gostam de se sentir mais fortes e superiores, demonstram poder sobre os outros e usam esse poder para machucar, física ou verbalmente, sem nenhum motivo.

O que é cyberbullying?

As próprias crianças geralmente não percebem o que é cyberbullying. O cyberbullying inclui enviar mensagens ou imagens más, vulgares ou ameaçadoras; postar informação particular sobre outra pessoa; fingir ser uma outra pessoa a fim de fazer com que o outro se sinta mal; e intencionalmente excluir alguém de um grupo on-line.  Estes atos são tão prejudiciais quanto a violência física e não podem ser tolerados.

Qual é meu papel como pai para combater o bullying?

 Seja um bom exemplo de educação e liderança. Seus filhos precisam ouvir explicitamente de você que não é normal, “tudo bem”, ou tolerável que eles pratiquem bullying, sofram bullying ou fiquem assistindo outras crianças sofrerem bullying. Embora nunca seja responsabilidade de uma criança se colocar em perigo, geralmente elas podem amenizar uma situação de bullying gritando: "Para!".

Gaste alguns minutos todos os dias perguntando sobre como seus filhos passam seus dias na escola e na vizinhança, o que eles fazem entre as aulas e no recreio, com quem lancham, com quem brincam. Lembre-se de ensinar seu filho sobre o que fazer caso sofra bullying: procure um adulto, diga para o agressor parar, afaste-se, ignore o bully e procure outra pessoa para brincar. É importante também identificar sinais de mudança de comportamento. A maioria das crianças não fala para ninguém (especialmente adultos) que sofreram bullying.


Como me envolver mais com a escola do meu filho para evitar o bullying?

Ajude a escola do seu filho a lidar efetivamente com o bullying.  Se seu filho sofreu ou não bullying, você precisa saber o que a escola dele faz para combater o bullying. A pesquisa mostra que as políticas de “tolerância zero” não são efetivas. O que funciona melhor é programas educacionais contínuos que ajudem a criar um clima emocional sadio na escola.

O que fazer quando meu filho sofre bullying?

É importante que você não aja precipitadamente. Reúna o máximo de informações possíveis – quando, onde, quem – , alerte a escola e marque uma reunião. Avalie se a presença do seu filho vai ajudar. Pergunte qual a política de bullying da escola e mantenha a calma durante a reunião, escute o que eles têm a dizer. Peça providências e aconselhe seu filho a não ficar sozinho em lugares vulneráveis. Marque um novo encontro para daí a uma semana. Converse muito com seu filho e mostre que não há nada de errado com ele. Tente construir autoconfiança no seu filho e ajudar na autoestima. Mantenha a comunicação com a escola, mesmo se o bullying parar – eles precisam saber se o que fizeram realmente funcionou.

Devo abordar uma criança que pratique bullying? 

Nunca aborde diretamente a criança, a não ser que você presencie o bullying e precise intervir. Essa situação pode acontecer no parquinho, ou no playground e aí, sim, você pode falar que aquilo não é legal. Quando for na escola, sempre procure o professor, coordenação ou orientação educacional.

 O que posso fazer em casa para ajudar meu filho que sofre bullying?

 Assegure-se de que ele tenha em casa todo o amor e apoio de que precisa e esteja a seu lado, transmitindo ainda mais segurança do que faria normalmente. Ouça tudo o que ele tem a dizer, com calma, muita calma! Incentive seu filho a fazer amizades e convide seus amigos para irem à sua casa ou fazer programas juntos.

Devo falar com os pais de outra criança que pratique bullying? 

A não ser em casos muito particulares, você não deve falar com os pais da criança que está fazendo bullying com seu filho. Deixe que a escola intervenha, notificando esses pais e exigindo sua presença na escola. Você não sabe que tipo de pais vai encontrar e, é bom lembrar, “a maçã nunca cai muito longe do pé”.

Caso você seja amigo dos pais da criança, aí sim você poderá conversar com eles, dizendo o que vem observando. Procure não falar a palavra bullying, só mostre sua preocupação com o que vem acontecendo. Esteja preparado para a reação dos pais, eles podem negar e ficar agressivos, pois muitos não aceitam comportamento negativo dos filhos.

E se o meu filho implorar para não comentar com ninguém sobre o problema?

Muitas crianças têm medo de que se outras crianças souberem que elas falaram com o professor ou com os pais, o problema se agravará. Quando o seu filho não corre risco de agressão física, está sofrendo apenas bullying verbal e você sente que a autoestima dele não está sendo comprometida, talvez seja interessante fazer o que ele pede. Muitas crianças passam por situações de bullying pontual ou temporário. Mas estabeleça um plano para ajudá-lo a lidar com a situação e elevar a autoestima. Compre livros e pesquise sobre bullying, converse com ele e mantenha um canal aberto de comunicação para saber e acompanhar o que acontece.

Quando você percebe um problema maior, esteja preparado para intervir. É uma boa ideia falar com o professor ou professora de seu filho (ainda que seja confidencialmente). Essa providência normalmente é suficiente para ajudar seu filho, mesmo sem intervenção direta. Mas esteja atento: se ocorrer bullying físico, ainda que moderado, ou você perceber que seu filho tem apresentado oscilações de humor ou de comportamento, tome uma atitude imediatamente!

 Fonte: Livro Cuidado! Proteja seus filhos dos Bullies, de Deborah Carpenter e Christopher Ferguson, Ed. Butterfly, São Paulo, 2011

Que sinais indicam que meu filho está praticando bullying na escola?

É difícil quando você percebe que seu filho pode praticar bullying com colegas. Mas você pode ajudá-lo! Fique atento! Alguns desses sinais podem ser a necessidade de estar o tempo todo no controle das situações e frustrar-se facilmente, culpar outras pessoas pelos seus atos ou precisar vencer sempre, sendo o melhor em tudo. Também é possível que quem pratica bullying tenha pouca habilidade social ou interpessoal ou tenha amigos que são má influência e não demonstre remorso por atitudes ou comportamentos negativos.

 É hora também de refletir sobre o ambiente em casa. A criança vem presenciando agressões e comportamentos negativos entre os pais? Vocês estimulam a agressividade como forma de obter aquilo que quer? Pense que as atitudes falam muito mais do que as palavras.

Fonte: https://www.bullyingnaoebrincadeira.com.br/pais-c1kk2

Dicas de literatura: 

1 - https://lunetas.com.br/10-livros-para-ajudar-na-conversa-sobre-bullying-com-as-criancas/  

2- https://livroecafe.com/2017/03/23/livros-infantis-sobre-bullying/  





22 de set. de 2020

Parte 2 - Resgatando histórias. O faz de conta na infância dos Pais


Esta atividade proporcionou uma conversar afetiva entre pais e filhos, fazendo os pais relembrarem as brincadeiras passadas, dividindo estas lembranças tão boas da infância. Se tornou um momento  de carinho e aproximou ainda mais o familiar de seu filho. 

Fatos importantes que marcaram nossas vidas jamais devem ser esquecidos, mas sim, guardados em uma caixinha especial que se chama memória.

Os pais tiveram que garimpar na memória, lembranças maravilhosas que podiam se perder  com o tempo. Quando resgatadas, se tornaram em belas histórias para os filhos.

A ideia inicial era apenas de puxar pela memória e resgatar um pouco de uma parte tão importante de suas vidas. E o resultado não poderia ter sido melhor. Histórias maravilhosas foram relatadas. 

É um  material tão precioso que eu gostaria de dividir com todos. 

Como foi conduzida a atividade:

Atividade do dia 07.08.2020 no Google Sala de Aula: Maternal II

Conversa entre a família e criança. Recordar do tempo de infância, quando também brincavam de faz de conta. Transformar a sua experiência vivida, numa história contada para a criança. Falar como foi a sua história no passado e como foi poder dividir essa experiência com a criança.

Seguem mais algumas histórias:

Famíla da Ayla 

A história é da mamãe quando tinha ali 10 anos. A mamãe aproveitava que ficava sozinha com o irmão mais novo, o tio Dudu, em casa pois a vovó e o vovô precisavam trabalhar, era o momento que mais brincavam, estavam livres para pegar as tampas de alumínio de panelas da vovó para brincar de volante de carro, andavam de "carro" ao redor da casa. Mamãe contou que as tampas viviam tortas. Foi divertido dividir esta história com a Ayla, pois ela pode imaginar como a mamãe brincava com o tio Dudu, e hoje já são grandes. A Ayla disse que não pode pegar as tampas porque quebram. Rss

Ayla  brinca de faz de conta, é o papai e a mamãe em assistir cinema. Que neste caso é a Minie que canta, dança e ainda apresenta os seus amiguinhos. Ela fica atrás dos bichinhos, fazendo as falas deles.

Família da Danielly 

Aqui e mãe da Danielly, minha história foi que eu adorava brincar de boneca. Todas as bonecas que ganhavam eram minhas filhas e um dia ganhei uma boneca que parecia um bebê de verdade, eu fazia tudo com ela. Mas um dia, ela sujou e minha mãe lavou e estendeu no varal para secar e a boneca sumiu. Quando minha mãe contou, chorei muito e fiquei doente, até que uma semana depois acharam a boneca na casinha do cachorro. Ela aquecia ele, então deixei lá pra fazer companhia pra ele. Logo depois ganhei outra e fiquei muito feliz. Agora eu tenho minha boneca de verdade a Danielly. Obs.: Foi muito bom contar a história para Dani , foi divertidos rimos muito, e ela fica muito feliz quando falamos que é nosso bebê, risos risos.

Danielly gosta de pegar o controle da TV e fazer de conta que é seu celular e que está falando com sua amiga Yasmin.. E muito engraçado. Para fazer a brincadeira, montamos na mesa da cozinha como cabaninha.


Família do Isaac 
Eu e meu marido contamos algumas histórias pra ele. História da nossa infância e o que usávamos pra brincar. Porém o Isaac quis brincar de escolinha igual a mamãe quando era criança. Só que dessa vez ele seria professor do papai kk


Família da Laura

Pedimos para a vovó, como ela brincava, e ela então mostrou uma boneca, que era feita com sabugo de milho, e também fazia casinhas de barro. A mamãe de Laura, brincava com potes que a vó não usava mais. Usávamos pedaços de tijolos para rabiscar no asfalto da nossa rua, e muitas outras brincadeiras.

Laura usa a parte de baixo da cortina para por em cima da cama e fazer um castelo e carrega tudo o que vê para dentro do castelo ...Às vezes o castelo vira uma vendinha e assim vai...

É muito bom dividir as histórias vividas com os filhos. Assim oportunizamos aos filhos, conhecer um pouco da história de vida dos pais.

Família é o porto seguro que, de forma consciente e inconsciente, transmite valores e crenças e ao longo do tempo, são absorvidos de acordo com os exemplos, atitudes e comportamentos dos adultos ao seu redor. 

                                Parabéns e muito obrigada á todos!


9 de set. de 2020

Resgatando histórias. O faz de conta na infância dos Pais

 Conversar com os filhos e relembrar as brincadeiras passadas, dividindo as lembranças boas, se torna uma relação de carinho e aproxima ainda mais o familiar de seu filho. 

Essa atividade oportunizou momentos preciosos, pois os pais tiveram que garimpar na memória, lembranças maravilhosas que podiam se perder  com o tempo. Quando resgatadas, se tornaram em belas histórias para os filhos.

É um  material tão precioso que eu gostaria de dividir com todos. O modo escrito e as colocações estão na forma original, sem alteração, ou seja, como o familiar escreveu.

Como foi conduzida a atividade:

Atividade do dia 07.08.2020 no Google Sala de Aula: Maternal II

Conversa entre a família e criança. Recordar do tempo de infância, quando também brincavam de faz de conta. Transformar a sua experiência vivida, numa história contada para a criança. Falar como foi a sua história no passado e como foi poder dividir essa experiência com a criança.

A atividade foi acoplada com a do dia 10.08.2020, que solicitava uma foto da criança em momento de brincadeiras de faz de conta.

Seguem algumas histórias:

Família da Heloise

Quando a mãe era pequena, a mamãe não tinha boneca, e ela brincava com as abóboras, boneca de milho,fingindo ser bebês,dava banho comidinha e trocava a fralda,dava mamadeira também.

Heloise  usa pecinhas pequenas para brincar de bolo e bonecas para brincar de medico,
de mamãe e de youtube.

Família da Ana Julia

 A história contada para a Ana Julia foi o seguinte, um dia quando a mamãe era criança, foi passear com sua família, mas queria que o cachorrinho de estimação fosse junto e o vovô não deixou levá-lo, então ela e o dindo tiveram uma ideia, sem o vovô saber,colocaram o cachorrinho no porta malas do carro e o cachorrinho nem fez barulho algum, quando o vovô foi abrir o porta malas do carro e levou um baita de um susto, como aquele cachorro veio parar ali? Então ele teve que aceitar e nós ficamos super felizes que conseguimos levar o cachorrinho para brincar ...Ao contar a história para Ana Julia ficou surpresa e achou divertido a ideia de levar o cachorrinho junto.

Ana Julia adora brincar com as almofadas e sempre fala que vai construir uma casa para esconder alguma coisa.

Família do Theo

Escolhemos o quarto do Théo para contar a história. A mamãe contou que quando era criança, brincava de escolinha com os irmãos e um dia riscou a parede da casa com carvão e quando a vovó chegou do trabalho, ficou muito brava pois no dia anterior a mamãe tinha riscado a porta. Então a vovó deixou a mamãe de castigo e não deixou mais ela brincar de escolinha por um tempão. Realmente foi um momento muito divertido! Nunca havia contado essa história pra ele.

O Théo gosta muito de brincar com o cesto de roupa. Ele gosta de correr atrás da mamãe e do papai dizendo que é um monstro, depois ele tira o cesto e fala que não é pra ficarmos com medo pois ele não vai deixar o monstro nos pegar, pois ele é um super herói. É a brincadeira de faz de conta favorita dele.

Família do Bento

Eu quando era criança, pegava os pregadores de roupa da minha mãe e ficava prendendo no cabelos das minhas bonecas fingindo que ela era minha cliente e dividia o cabelo com os pregadores de roupas😂 assim como o Bento pega os pregadores para prender no cabelo dele kkk.

Ele pega a tampa das panelas e uma colher de arroz e finge que é o escudo e a espada.

Família da Sofia

Quem contou a história foi a vovó, pois papai e mamãe não lembraram de nada rsrs. A história foi que um domingo ela e sua irmã tinham que avisar um tio para no outro dia vir ajudar a cortar arroz, e quando chegaram lá e chamaram por eles, não tinha ninguém, porém tinha assombração, cada vez que chamavam alguém batia as janelas. E assim elas chamaram por 3 x, até que resolveram ir embora, e no caminho encontraram o tio, deram o recado, mas não tiveram coragem de contar da assombração. 

Então são tantas coisas, mas uma das coisas é a colher de pau da cozinha, que ela brinca que a varinha mágica dela. Tanto que eu tive que comprar outra para uso na cozinha. Mas é tão bom ver elas fazerem uso da imaginação, para criar as coisas.

Para o texto não ficar muito longo, na próxima semana terão mais histórias.

É muito bom dividir as histórias vividas com os filhos. Assim oportunizamos conhecer um pouco da história de vida dos pais.

 Parabéns e muito obrigada á todos!