Educando com Amor...

22 de set. de 2020

Parte 2 - Resgatando histórias. O faz de conta na infância dos Pais


Esta atividade proporcionou uma conversar afetiva entre pais e filhos, fazendo os pais relembrarem as brincadeiras passadas, dividindo estas lembranças tão boas da infância. Se tornou um momento  de carinho e aproximou ainda mais o familiar de seu filho. 

Fatos importantes que marcaram nossas vidas jamais devem ser esquecidos, mas sim, guardados em uma caixinha especial que se chama memória.

Os pais tiveram que garimpar na memória, lembranças maravilhosas que podiam se perder  com o tempo. Quando resgatadas, se tornaram em belas histórias para os filhos.

A ideia inicial era apenas de puxar pela memória e resgatar um pouco de uma parte tão importante de suas vidas. E o resultado não poderia ter sido melhor. Histórias maravilhosas foram relatadas. 

É um  material tão precioso que eu gostaria de dividir com todos. 

Como foi conduzida a atividade:

Atividade do dia 07.08.2020 no Google Sala de Aula: Maternal II

Conversa entre a família e criança. Recordar do tempo de infância, quando também brincavam de faz de conta. Transformar a sua experiência vivida, numa história contada para a criança. Falar como foi a sua história no passado e como foi poder dividir essa experiência com a criança.

Seguem mais algumas histórias:

Famíla da Ayla 

A história é da mamãe quando tinha ali 10 anos. A mamãe aproveitava que ficava sozinha com o irmão mais novo, o tio Dudu, em casa pois a vovó e o vovô precisavam trabalhar, era o momento que mais brincavam, estavam livres para pegar as tampas de alumínio de panelas da vovó para brincar de volante de carro, andavam de "carro" ao redor da casa. Mamãe contou que as tampas viviam tortas. Foi divertido dividir esta história com a Ayla, pois ela pode imaginar como a mamãe brincava com o tio Dudu, e hoje já são grandes. A Ayla disse que não pode pegar as tampas porque quebram. Rss

Ayla  brinca de faz de conta, é o papai e a mamãe em assistir cinema. Que neste caso é a Minie que canta, dança e ainda apresenta os seus amiguinhos. Ela fica atrás dos bichinhos, fazendo as falas deles.

Família da Danielly 

Aqui e mãe da Danielly, minha história foi que eu adorava brincar de boneca. Todas as bonecas que ganhavam eram minhas filhas e um dia ganhei uma boneca que parecia um bebê de verdade, eu fazia tudo com ela. Mas um dia, ela sujou e minha mãe lavou e estendeu no varal para secar e a boneca sumiu. Quando minha mãe contou, chorei muito e fiquei doente, até que uma semana depois acharam a boneca na casinha do cachorro. Ela aquecia ele, então deixei lá pra fazer companhia pra ele. Logo depois ganhei outra e fiquei muito feliz. Agora eu tenho minha boneca de verdade a Danielly. Obs.: Foi muito bom contar a história para Dani , foi divertidos rimos muito, e ela fica muito feliz quando falamos que é nosso bebê, risos risos.

Danielly gosta de pegar o controle da TV e fazer de conta que é seu celular e que está falando com sua amiga Yasmin.. E muito engraçado. Para fazer a brincadeira, montamos na mesa da cozinha como cabaninha.


Família do Isaac 
Eu e meu marido contamos algumas histórias pra ele. História da nossa infância e o que usávamos pra brincar. Porém o Isaac quis brincar de escolinha igual a mamãe quando era criança. Só que dessa vez ele seria professor do papai kk


Família da Laura

Pedimos para a vovó, como ela brincava, e ela então mostrou uma boneca, que era feita com sabugo de milho, e também fazia casinhas de barro. A mamãe de Laura, brincava com potes que a vó não usava mais. Usávamos pedaços de tijolos para rabiscar no asfalto da nossa rua, e muitas outras brincadeiras.

Laura usa a parte de baixo da cortina para por em cima da cama e fazer um castelo e carrega tudo o que vê para dentro do castelo ...Às vezes o castelo vira uma vendinha e assim vai...

É muito bom dividir as histórias vividas com os filhos. Assim oportunizamos aos filhos, conhecer um pouco da história de vida dos pais.

Família é o porto seguro que, de forma consciente e inconsciente, transmite valores e crenças e ao longo do tempo, são absorvidos de acordo com os exemplos, atitudes e comportamentos dos adultos ao seu redor. 

                                Parabéns e muito obrigada á todos!


9 de set. de 2020

Resgatando histórias. O faz de conta na infância dos Pais

 Conversar com os filhos e relembrar as brincadeiras passadas, dividindo as lembranças boas, se torna uma relação de carinho e aproxima ainda mais o familiar de seu filho. 

Essa atividade oportunizou momentos preciosos, pois os pais tiveram que garimpar na memória, lembranças maravilhosas que podiam se perder  com o tempo. Quando resgatadas, se tornaram em belas histórias para os filhos.

É um  material tão precioso que eu gostaria de dividir com todos. O modo escrito e as colocações estão na forma original, sem alteração, ou seja, como o familiar escreveu.

Como foi conduzida a atividade:

Atividade do dia 07.08.2020 no Google Sala de Aula: Maternal II

Conversa entre a família e criança. Recordar do tempo de infância, quando também brincavam de faz de conta. Transformar a sua experiência vivida, numa história contada para a criança. Falar como foi a sua história no passado e como foi poder dividir essa experiência com a criança.

A atividade foi acoplada com a do dia 10.08.2020, que solicitava uma foto da criança em momento de brincadeiras de faz de conta.

Seguem algumas histórias:

Família da Heloise

Quando a mãe era pequena, a mamãe não tinha boneca, e ela brincava com as abóboras, boneca de milho,fingindo ser bebês,dava banho comidinha e trocava a fralda,dava mamadeira também.

Heloise  usa pecinhas pequenas para brincar de bolo e bonecas para brincar de medico,
de mamãe e de youtube.

Família da Ana Julia

 A história contada para a Ana Julia foi o seguinte, um dia quando a mamãe era criança, foi passear com sua família, mas queria que o cachorrinho de estimação fosse junto e o vovô não deixou levá-lo, então ela e o dindo tiveram uma ideia, sem o vovô saber,colocaram o cachorrinho no porta malas do carro e o cachorrinho nem fez barulho algum, quando o vovô foi abrir o porta malas do carro e levou um baita de um susto, como aquele cachorro veio parar ali? Então ele teve que aceitar e nós ficamos super felizes que conseguimos levar o cachorrinho para brincar ...Ao contar a história para Ana Julia ficou surpresa e achou divertido a ideia de levar o cachorrinho junto.

Ana Julia adora brincar com as almofadas e sempre fala que vai construir uma casa para esconder alguma coisa.

Família do Theo

Escolhemos o quarto do Théo para contar a história. A mamãe contou que quando era criança, brincava de escolinha com os irmãos e um dia riscou a parede da casa com carvão e quando a vovó chegou do trabalho, ficou muito brava pois no dia anterior a mamãe tinha riscado a porta. Então a vovó deixou a mamãe de castigo e não deixou mais ela brincar de escolinha por um tempão. Realmente foi um momento muito divertido! Nunca havia contado essa história pra ele.

O Théo gosta muito de brincar com o cesto de roupa. Ele gosta de correr atrás da mamãe e do papai dizendo que é um monstro, depois ele tira o cesto e fala que não é pra ficarmos com medo pois ele não vai deixar o monstro nos pegar, pois ele é um super herói. É a brincadeira de faz de conta favorita dele.

Família do Bento

Eu quando era criança, pegava os pregadores de roupa da minha mãe e ficava prendendo no cabelos das minhas bonecas fingindo que ela era minha cliente e dividia o cabelo com os pregadores de roupas😂 assim como o Bento pega os pregadores para prender no cabelo dele kkk.

Ele pega a tampa das panelas e uma colher de arroz e finge que é o escudo e a espada.

Família da Sofia

Quem contou a história foi a vovó, pois papai e mamãe não lembraram de nada rsrs. A história foi que um domingo ela e sua irmã tinham que avisar um tio para no outro dia vir ajudar a cortar arroz, e quando chegaram lá e chamaram por eles, não tinha ninguém, porém tinha assombração, cada vez que chamavam alguém batia as janelas. E assim elas chamaram por 3 x, até que resolveram ir embora, e no caminho encontraram o tio, deram o recado, mas não tiveram coragem de contar da assombração. 

Então são tantas coisas, mas uma das coisas é a colher de pau da cozinha, que ela brinca que a varinha mágica dela. Tanto que eu tive que comprar outra para uso na cozinha. Mas é tão bom ver elas fazerem uso da imaginação, para criar as coisas.

Para o texto não ficar muito longo, na próxima semana terão mais histórias.

É muito bom dividir as histórias vividas com os filhos. Assim oportunizamos conhecer um pouco da história de vida dos pais.

 Parabéns e muito obrigada á todos!


12 de ago. de 2020

As temidas birras

 A criança começa a chorar e em poucos minutos já está gritando, esperneando e se jogando no chão. Quem nunca passou ou presenciou uma cena dessas não sabe o que é sentir um misto de emoções difícil de explicar e de lidar. As birras dos pequenos conseguem deixar qualquer adulto sem ação, principalmente, quando acontecem em público. Seja porque a criança quer um brinquedo ou porque não quer terminar determinada refeição, na maioria das vezes o que desencadeia as famosas crises de choro é uma palavra bem pequenininha, de apenas três letras: NÃO. As crianças, principalmente quando mais novas, não gostam e não sabem lidar quando são contrariadas. Aí já viu, né? Lágrimas e gritos para os pequenos e muita paciência para os pais!

Até quando fazer birra é normal?

Nós conversamos com Sarah Helena que é psicóloga. Ela nos ajudou a entender um pouco sobre as causas e as formas de lidar com as tão temidas birras. Sarah explica que não existe uma idade exata para a criança começar a fazer birra. “A birra é um sintoma de que a criança não está conseguindo lidar com uma frustração e de que ainda não tem habilidades para se comunicar de outra forma. O adulto não pode simplesmente reagir à birra. É necessário agir conscientemente, de modo a não reforçar este comportamento na criança. Isso significa pensar antes de agir, ter muita paciência e a noção de que a birra é também uma oportunidade de aprendizado para os pequenos.”, afirma a psicóloga.

Ainda que não haja nenhuma regra e que cada criança seja única com suas individualidades, é preciso que os pais estejam atentos e sensíveis aos comportamentos dos pequenos, para saber quando isso pode ser o indicativo de que algo não vai bem na vida da criança. “A birra pode surgir ou ser mais intensa em momentos de grande estresse, como separação dos pais ou a chegada de um irmãozinho, por exemplo. Ajuda profissional pode ser muito valiosa nestes casos”, ressalta Sarah Helena. A psicóloga também afirma que “o comportamento dos filhos está diretamente ligado ao dos pais e ao ambiente familiar. A birra é extremamente desgastante e os pais precisam se cuidar para cuidar dos filhos”.

O que você precisa saber para lidar com as birras?

Para ajudar mães e pais a lidar com as birras dos filhos, a psicóloga Sarah Helena pontua que é importante:

1. Não se importar com o que os outros pensam

É importante que os pais possam fazer o que tem de ser feito no momento da birra (ou até antes dela) e não cedam só para “não passar vergonha”. Tenha em mente que a educação dos filhos é mais importante do que alguns olhares de julgamento momentâneos.

2. Resolver o conflito sem violência

Bater e xingar nunca são uma boa opção. Existem outros caminhos efetivos que geram resultados mais prolongados e duradouros e, o mais importante, que melhoram ainda mais os vínculos entre vocês. Às vezes até um abraço prolongado resolve, serve para acalmar os dois lados.

3. Saber que a birra é um pedido por limites

A criança precisa aprender que há momentos em que vai ganhar ou poder fazer algo que deseja e momentos em que não poderá e não ganhará o que quer. Isso é saber esperar pela recompensa. Esse aprendizado é algo valioso para o resto da vida! Especialmente para a vida adulta.

4. Ser resiliente

Se frustrar é algo que acontece com todos nós ao longo da vida, mas sair mais forte das dificuldades e ser resiliente é um comportamento aprendido. O momento da birra pode ser uma oportunidade para esse aprendizado.

5. Ter em mente que as birras são vividas de formas diferentes em

cada família

Quando o que você fizer parecer não dar resultados, experimente ouvir outras mães e pais e trocar experiências. Com certeza, você vai ouvir opiniões e conselhos diversos. Filtre o que achar bom e experimente. Muitas vezes olhar de forma diferente para o mesmo problema pode ajudar.

6. Ter consciência do que proibe, do que permite ou solicita

As regras e limites devem ser claras e acessíveis à criança e ela precisa sentir que está ao seu alcance cumprí-las.

7. No momento da birra

Tente não demonstrar o quanto você está afetado pelo comportamento dele(a), respire fundo e, se estiver em algum lugar público, procure um local mais calmo onde a criança possa extravasar sua birra – sem que você ceda ao que ela quer. Mantenha-se firme no que acredita ser o melhor para a criança naquele momento. Crianças sentem-se seguras quando os pais se mantêm coerentes e fazem aquilo que dizem.

8. Após o momento crítico da birra

Assim que estiver mais calma, tente conversar com a criança, explicando o porquê do “não” que recebeu. Demonstre que você se importa com ela com atos de carinho. Ouça seu pequeno e fale sobre o que foi possível aprender com aquela situação.

 

 

Referências

Blog Leiturinha. Aprender é divertido.

Disponível em: <https://leiturinha.com.br/blog/lidar-com-as-birras/>.


A curiosidade atuando no processo de aprendizagem

 Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, realizou uma série de experimentos para descobrir o que acontece no cérebro quando a curiosidade é despertada. Ao final, a pesquisa revelou dois importantes achados: a curiosidade prepara o cérebro para a aprendizagem e torna a aprendizagem subsequente mais gratificante. Ou seja, a curiosidade está intimamente ligada com o processo de aprendizagem das crianças, pois, além de preparar o cérebro, também pode tornar o aprendizado uma experiência mais prazerosa e efetiva.

Como aguçar a curiosidade das crianças?

Sabendo disso, não nos restam dúvidas da importância de aguçar ainda mais a curiosidade de nossos pequenos, não é? Como isso não precisa acontecer apenas na escola – pelo contrário, pode acontecer no dia a dia das crianças – reunimos aqui 4 maneiras de despertar a curiosidade do seu pequeno. Confira:

1. Brincadeiras ao ar livre

Enquanto brinca livremente a criança cria, organiza seu mundo, aprende coisas novas e memoriza o que já aprendeu, elabora e ressignifica experiências já vividas. Através do faz de conta, a criança pode se ver desempenhando vários papéis, brinca de ser… enquanto constrói quem ela é. Além disso, brincar pode ajudar a desenvolver habilidades psicomotoras e cognitivas, e ajudar na socialização das crianças. 

2. Contato com a arte

A arte é fundamental para que nos coloquemos no mundo enquanto

sujeitos, expressando nossas subjetividades, habilidades e individualidades. Pensando nisso, não nos resta dúvidas quanto a importância da arte na infância. Afinal, é durante os primeiros anos de vida que os os pequenos descobrem seu próprio modo de conhecer e ser, além de suas habilidades cognitivas individuais. 

3. Cozinhando em família

Cozinhando com os pequenos, você desperta o gosto pela culinária, estimula uma alimentação mais saudável, ensina noções de química, responsabilidade, higiene, cuidado, autonomia e respeito ao próximo, e, de quebra, compartilhar deliciosos e divertidos momentos! Além disso, a brincadeira de fazer comidinha é uma prática comum entre crianças de diferentes lugares, culturas e gerações, sendo um dos primeiros caminhos, pelos quais os pequenos entram no mundo da brincadeira simbólica.

4. Perguntas e respostas

Desafios e jogos de perguntas e respostas para crianças são os preferidos dos pequenos que já estão em idade escolar, especialmente a partir dos 6 anos, quando noções de regras estão em pleno desenvolvimento. Além de ser um jogo super divertido – até mesmo para nós, adultos – ao se depararem com uma questão que lhes chamem mais a atenção, os pequenos podem buscar por si mesmos a ampliação destes conceitos pelos meios que tiverem acesso, seja pela internet, pelos livros, ou por meio de uma boa conversa.

Referências:  Texto retirado do Blog da Leiturinha , site leiturinha.com.br. Disponível em https://leiturinha.com.br/blog/por-que-a-curiosidade-melhora-o-processo-de-aprendizagem/ 

10 de ago. de 2020

Como os pais podem estimular o desenvolvimento dos filhos?

  •  Os pais têm um papel fundamental no desenvolvimento dos filhos

Muitos pais sentem dificuldades de encontrar o limite entre cuidar e superproteger os filhos. Desde a gestação, a maioria dos pais se preocupa com o desenvolvimento físico, mental, emocional e social da criança, mas o equilíbrio é a medida certa para que as coisas sigam seu curso natural.

No início da vida dos filhos, os pais precisam fazer muitas coisas por eles, para garantir-lhes a sobrevivência, mas permitir pequenas ações de independência ajuda-os a vencer na vida futura. Elas precisam aprender a cuidar de si, para depois também cuidar do outro. A aprendizagem acontece pelos exemplos e estímulos dos pais.

Como os pais podem estimular o desenvolvimento dos filhos

Para buscar e estimular uma atitude de autonomia, os pais precisam observar o ritmo de cada um com relação à independência, mas se as crianças não buscam isso ou se buscam em excesso, com certeza precisam de uma verificação. Acredite: as crianças deixam fraldas, mamadeiras e chupetas mesmo que os pais queiram ou não; a atitude dos progenitores pode contribuir para que seja na forma e no tempo corretos.

Não podemos definir a idade, mas em torno de dois anos podem ser delegadas tarefas dentro de casa, aumentando a complexidade diante das respostas das crianças. Um fator importante nessa delegação é colocar limites para que os filhos não mandem nos  pais em vez de obedecer-lhes.

 

Capacidade cognitiva

Uma pesquisa na Pensilvânia mostrou que as crianças que tinham o QI mais alto tiveram brinquedos para se divertir, livros para aprender e atenção dos pais para se sentirem amadas. Os pais também cooperam com o desenvolvimento mental quando cuidam da alimentação dos filhos, porque isso ajuda a aumentar a capacidade cognitiva delas.

Desenvolvimento emocional

Os pais têm papel fundamental no desenvolvimento emocional das crianças, pois elas precisam de amor e carinho para desenvolver sua capacidade afetiva e de diálogo para melhorar a linguagem e brincar para aumentar a capacidade de imaginação.

No que diz respeito ao desenvolvimento neurológico, principalmente o andar e falar, o apoio emocional e a contratação de profissional especializado, quando necessário, ajuda a superar barreiras ou evitá-las. Ofereça estímulos, mas respeite os limites de cada um.

Desenvolvimento escolar 

Com relação ao desenvolvimento escolar, os pais podem ajudar quando verificam as lições diariamente, dialogam sobre o que acontece na escola, cooperam nos deveres de casa sem fazer por eles, participam das reuniões para saber a opinião dos professores, apoiam no estudo para as provas, procuram um professor particular quando as dificuldades são maiores que a capacidade da criança. Para um bom desempenho escolar, é preciso disciplina, portanto, as crianças precisam ter horário de estudo, não faltar às aulas sem motivo real entre outras coisas.

Desenvolvimento social

O desenvolvimento social é fator de sucesso na futura carreira e convivência dessas crianças com outras pessoas; portanto, elas precisam aprender a interagir, relacionar-se e comunicar-se. Os pais contribuem quando motivam as crianças a expressar sentimentos, ideias e sensações.

Por maiores que sejam as suas expectativas, não se deixem dominar por tabelas que indiquem níveis para maturidade física, mental e emocional das crianças, pois a maioria alcançará o desenvolvimento desejado se puder contar com o carinho dos pais e os estímulos da aprendizagem.

Fonte:

https://formacao.cancaonova.com/familia/pais-e-filhos/como-os-pais-podem-estimular-o-desenvolvimento-dos-filhos/

29 de jul. de 2020

Brincadeira do faz de conta.

Inventar histórias, situações e personagens ajuda no desenvolvimento da criatividade e do pensamento infantil.

Inventar histórias, situações e personagens ajuda no desenvolvimento da criatividade e do pensamento infantil.
Você se lembra da Princesa Hot Dog? A pequena Ainsley, de apenas 6 anos, levou a internet à loucura este ano quando compareceu ao Dia da Princesa vestida de cachorro-quente. Entre Cinderelas e Belas Adormecidas, a menininha roubou a cena e virou sensação no evento organizado por uma escola de dança, nos Estados Unidos.
Nas redes sociais, o pai da garota se pronunciou orgulhoso, dizendo que tudo foi ideia da própria Ainsley. De acordo com Maria Regina Brencht Albertini, professora da área de psicopatologia infantil da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é por volta dos 3 anos de idade que as crianças começam a explorar o universo da fantasia.
“É nessa fase que elas começam a diferenciar o mundo externo e o interno, assumindo um maior controle de seus sentimentos. As histórias são muito importantes, pois ajudam os pequenos a dominar seus principais medos e assombros”, explica a especialista. Por isso, a brincadeira do faz de conta é algo a ser estimulado, e não repreendido pelos pais. Eles são aconselhados a convidar seus filhos a contar histórias, ajudando no desenvolvimento e na organização do pensamento. “As crianças devem ser ativas nesse processo, não apenas ouvintes. O mundo da fantasia também auxilia no ambiente escolar. Elas ganham uma noção de início, meio e fim, passado, presente e futuro”, ressalta Maria Regina.
Ler histórias, cantar, desenhar, se fantasiar. Confira algumas ideias que você pode colocar em prática junto com o seu filho para desenvolver esse universo de magia e, consequentemente, o aprendizado do pequeno.
Resgate sua criança interior
Segundo a professora de psicopatologia infantil, uma atitude muito importante é que os pais busquem a sua própria capacidade de brincar. Isso não significa que o adulto deve se infantilizar, mas brincar junto. Ter leveza na rotina do dia a dia e buscar contato com atividades que lhe ofereçam prazer são atitudes que ajudam nesse processo.
Cante cantigas de ninar
Eis uma ótima maneira de introduzi-los no mundo da fantasia ainda pequenos. “São histórias que ajudam na compreensão do medo, ao mesmo tempo em que reforçam o sentimento de proteção das crianças”, diz Maria Regina.
Apresente finais não tão felizes
Em geral, os contos de fadas terminam com o clássico “e viveram felizes para sempre”. Quebre o padrão de final feliz, seja com livros, filmes ou histórias inventadas por você.
Promova o bate-papo
A partir dos 4 anos de idade, a criança já possui total capacidade para dizer aquilo que sente, pensa e deseja, utilizando frases completas, com clareza. É papel do pai e da mãe estimular essa comunicação, fazendo perguntas que promovam a curiosidade e estimulem o raciocínio. Mas lembre: além de perguntar, a família deve escutar o que a criança responde.
Deixe seu filho criar
Também por volta dos 4 anos, os pequenos já realizam movimentos mais complexos, como os necessários para segurar lápis e canetinha. Além de estimular a coordenação motora e a criatividade, colorir e desenhar são atividades importantes para facilitar o processo de alfabetização.
Deixe-as vestir fantasias
Na infância, é muito importante que as crianças tenham abertura para experimentar diferentes papéis. As fantasias de princesas, super-heróis, hot dogs ou qualquer outro personagem oferecem essa possibilidade. “Quando o pequeno coloca essa roupa, ele se torna aquilo. Mas aos poucos ele aprende a diferenciar, e descobre que não é”, ressalta Maria Regina. Isso ajuda a criança a compreender o que se passa a sua volta e contribui para a construção da personalidade.
Fantasiados com segurança e conforto
– Certifique-se de que a fantasia não tenha acessórios pequenos, que possam acabar engolidos por acidente.
– Garanta que o tamanho das capas fique um pouco acima dos pés das crianças, para evitar tropeços e tombos.
– Procure alternativas aos acessórios de plástico, como espadas e coroas. Uma boa opção são aqueles feitos de feltro, que são muito mais confortáveis.
– Dispense os tecidos sintéticos, que, além de pinicar, podem causar irritações e dermatites. Os modelos feitos de algodão são os mais indicados, pois dão liberdade aos movimentos e deixam a pele respirar.
– Lembre-se de que, assim como qualquer outra peça, a fantasia deve ser lavada antes de ser vestida pela primeira vez.
– Lave as fantasias com produtos especializados, que evitam possíveis irritações, pois a pele dos pequenos é mais delicada. Hoje já existem alternativas modernas no mercado, que substituem o antigo sabão de coco.

Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Primeiras-Descobertas/noticia/2016/12/importancia-do-faz-de-conta.html 

6 de jul. de 2020

Por que as obras de Ivan Cruz não tem rosto?

  
Ao  utilizar suas obras para  o Projeto educativo "Brincar e criar com as obras de Ivan Cruz" , logo vieram perguntas dos pais e das crianças: Por quê as obras não tem rosto? Eu achei ótimo as observações e curiosidades, oportunizou falar mais do artista e suas obras.
Vamos a resposta: Ivan Cruz fez o formato do rosto de uma forma aberta para cada um ver a feição do jeito que quiser, podendo usar a imaginação, emoção e a criatividade. Então, cada um ao ver suas obras,  podem definir a feição que desejarem! 
Ivan Cruz não se preocupou com a forma nas pinturas e sim com o movimento. Ele retrata crianças brincando de várias maneiras e sem rosto. Todas as brincadeiras da série "Brincadeiras de criança", ele brincou em sua infância. 

O vídeo acima, está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=tz1vUetSeSg 

5 de jul. de 2020

A importância de contar histórias para seu filho

Você tem contado histórias para o seu filho?

Pesquisas apontam que ouvir histórias proporciona inúmeros benefícios para o desenvolvimento infantil, principalmente na fase de 0 a 5 anos. Se estimulada na infância, a leitura vira um hábito para a vida adulta.

Comece a ler para o seu filho desde a fase de bebê

Crianças que ouvem histórias desde a fase de bebê aprendem a se concentrar, melhoram o raciocínio e aumentam a capacidade de compreensão do mundo. Fora o enriquecimento do vocabulário, pois quanto mais você conta histórias, mais palavras o seu filho aprende e maior será a facilidade dele em se expressar.

Contar histórias para o seu filho é um ato de amor

Através da leitura de histórias você estimula a imaginação, criatividade, curiosidade, linguagem, escrita, desenvolvimento e sensibilidade para artes e cultura.

Relação de pais e filhos mais forte através da leitura 

A criança se sente o foco da atenção e do afeto do adulto enquanto ele conta uma história, essa sensação fortalece ainda mais a relação de pais e filhos. O desenvolvimento emocional também é trabalhado nesse momento. Além de proporcionar o sentimento de empatia, o que facilita ainda mais o relacionamento da criança com outras pessoas.

Praticada antes de dormir, a leitura pode acalmar e até facilitar a rotina de sono do seu filho.

Conte histórias para o seu filho em todas as fases da infância

Além dos benefícios que apresentamos aqui, a leitura facilita a interpretação de textos e ajuda em um bom desempenho escolar.

Você já viu que não falta motivos para contar histórias para o seu filho, faça da leitura um hábito.

Leitura é amor!

Gostou do texto? Compartilhe nas suas redes sociais para que outros conheçam a importância de contar histórias para os filhos.

Fonte: 

Abaixo, um vídeo com dicas maravilhosas  para você conseguir prender atenção de seu filho para a história e poder se divertir juntos.